Sherlock – The Blind Banker (S01E02)

Enquanto Watson tenta fazer compras, Holmes está lutando com um cara vestido de árabe. Watson volta e meio que não nota nada. E fica se queixando da falta de dinheiro, coisa e tal. Holmes, então, acha que devem ir ao banco…

Chegando lá, ele vai direto ao ponto: o escritório de um dos diretores foi arrombado. Nada foi levado, mas o cara deixou uma “mensagem”: pichou o escritório com spray em menos de um minuto e saiu sem ser percebido. O gerente diz que há uma falha no sistema de segurança e pagará a Holmes para descobrí-lo. Ele não quer aceitar o dinheiro, mas Watson está lá para cuidar disso.

Holmes acha que a pichação foi uma mensagem para alguém em especial. Ele então pega um dos nomes da porta do escritório e vai até a casa do cara, que está morto com um tiro na cabeça. A mensagem no banco seria um aviso que acabou se cumprindo. Só que ninguém acredita na teoria de Sherlock (ou não quer acreditar).

Até que acontece a segunda morte, do mesmo jeito. Um jornalista, que recebeu a mesma ameaça. Ele só precisa agora descobrir o que liga os dois homens.

Enquanto isso, uma restauradora de um museu desaparece.

Holmes vai investgar o gerente do banco e Watson, o jornalista. Eles descobrem que os dois contrabandeavam coisas da China. E as pistas os levam para o apartamento da restauradora, que ainda está sumida.

Após quase ser morto, Sherlock vai até o museu falar com o colega da restauradora. Lá, ele mostra que ela também recebeu a ameaça e, se não está morta, está em perigo.

Watson encontra um muro com vários caratceteres pichados (os mesmos usados nas ameaças), o que os leva de volta ao museu. Dessa vez, encontram a garota e ela diz que era contrabandista e que quis largar essa vida e, por isso, o cara misterioso está atrás dela.

Eles não conseguem evitar a morte da moça, mas conseguem provar para a polícia a ligação entre as três pessoas.

Watson arruma um emprego em uma clínica, mas como passou muito tempo de pé ajudando Holmes, aproveita o tempo para dormir na sala de atendimento. E já começa um clima com a chefe (hum… já vi essas cenas antes…). Watson marca um encontro com a chefe em um circo da China e, ao chegar lá, Holmes está esperando (já vi essa também).

Watson é levado pelos contrabandistas no lugar de Holmes, e cabe ao verdadeiro salvar seu companheiro.

Sherlock – A Study in Pink (S01E01)

Watson está fazendo terapia e tentando escrever um blog, sem sucesso.

Algumas pessoas, aparentemente sem ligação, se suicidam tomando uma pílula.

Holmes está em seu laboratório e é apresentado a Watson. Ele está procurando uma pessoa para dividir um apartamento e o (ex) médico parece o ideal, já que foi o único que apareceu. Após discorrer sobre a vida de Watson, Holmes lhe dá o endereço de sua nova casa: Baker Street 221B.

Mais uma morte ocorre.

O apartamento de Holmes é uma zona e a senhoria já sipa os dois logo de cara (gostei dela!). O inspetor chega para avisá-lo da quarta morte e ele diz que vai investigar, mas que ainda precisa de um assistente. E lá vai Watson.

Na cena do crime a gente percebe o “apreço” do pessoal por ele, mas ele vai lá e, em menos de um minuto, descobre tudo sobre a vítima. Ele tem um insight e vai embora, largando Watson por lá.

Watson recebe uma ligação e eé levado ao encontro de Mycroft, que tenta fazê-lo passar para seu lado e oferece dinheiro para que ele forneça informações sobre Holmes, o que o médico recusa.

Holmes está quase lá, quase desvendando as mortes e leva Watson a um restaurante, de onde consegue observar o local onde o assassino deveria estar. Lá rola um papo estranho e Holmes diz que mulher não é sua praia, que é casado com seu trabalho, que não quer nada com Watson (aham, ok…). No meio da conversa, Holmes vê o assassino e sai em uma perseguição (o cara de carro e ele a pé). Watson, coitado, larga a bengala e vai atrás. Bem, eles perseguiram um turista por engano e acabam tendo que voltar para casa. Lá, o inspetor Lestrade o espera para obter informações.

Após um momento de reflexão, Sherlock tem um insight e chega bem perto de resolver io caso. Até que um taxista aparece em sua porta e lhe manda um torpedo pedindo que ele o siga. Do lado de fora, o taxista diz que não matou as pessoas, mas apenas conversou com elas. E lança um desafio a Holmes: se ele chamar a polícia, se deixará levar, mas nunca dirá a ele o que disse às pessoas. Ele sabe que Holmes (assim como a gente) está doido para saber que tipo de conversa ele teve com as vítimas, o que ele disse a elas. Claro que Sherlock entra em seu taxi para “dar uma volta”.

Chegando ao destino, o taxista propõe um jogo a Holmes, em que dois potes são colocados à sua frente: um com veneno e um com placebo. O que Holmes tomar, o taxista toma o outro. Tudo patrocinado por Moriarty.

E, claro, Watson salva o dia.