Lie To Me – Sweet Sixteen (S02E12)

Melhor episódio até agora.
Sete anos atrás, um homem está em um taxi com esposa e filha. Na hora de descer, o taxista saca uma arma, o cara se defende, na confusão, dois tiros são disparados. O taxista foge e o cara percebe que os tiros acertaram sua esposa e filha, que morreram na hora.

Nos dias atuais, o cara quer esclarecer tudo com Cal. Porém, antes de qualquer providência ser tomada, uma bomba explode embaixo do prédio, ferindo muita gente, inclusive Locker. Cal acredita que a bomba foi endereçada, enviada por Doyle, o cara que teve sua esposa e filha mortas e que ele é o próximo, pois tem algo a ver com as mortes.

Aí começa uma série de revelações: Gillian estava envolvida no caso quando, sete anos antes, o Pentágono a enviou para avaliar um outro membro da equipe, Cal. Ele, agora, quer ver até onde isso vai dar e ela insiste que ele deixe para lá, pois sabe que tem culpa no cartório. Acontece que suas sessões foram gravadas e alguém está ameaçando publicar o conteúdo, em que Cal fala do seu papel na morte da esposa e filha de Doyle.

No estacionamento do prédio, Doyle vai atrás de Cal e diz que não foi ele quem enviou a bomba, que matou o cara que contratou Gillian para avaliar Cal. Ele acredita. Doyle o ameaça, dizendo que ele tem 24 horas para encontrar o assassino de sua família ou ele será um homem morto.

Doyle é um terrorista e Cal, sete anos antes, “leu” que ele poderia fazer um ataque e isso foi usado como desculpa para matá-lo. Eles não só não conseguiram como o deixaram furioso, por causa da morte de sua família. E Cal se sente culpado por isso.

De qualquer modo, ele vai ao encontro do cara que o está chantageando. Ele quer que Cal entregue Doyle em troca das gravações. Quando Cal tenta ver seu rosto, acaba apanhando, coitado. Doyle, por sua vez, está lá para pegar as gravações e segue Cal até o escritório, onde encontra com Emily. Então Cal aproveita para colocar Doyle e Gillian cara a cara e tentar montar o quebra cabeças. Eles encontram um outro nome, mas quando vão atrás, o cara acaba explodindo. Ou seja, tem alguém um passo a frente deles durante todo o tempo. E esse alguém, claro, só poderia ser alguém de “dentro”, do governo.

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