Fringe – The Equation (S01E08)


Um menino passa a maior parte do seu tempo escrevendo músicas. Ele está no carro com seu pai em um dia de chuva e pede a ele que desligue o limpador de para brisa porque o “tempo” o está atrapalhando. No meio da estrada eles escutam uma mulher pedindo socorro e param para ver o que podem fazer. Ela diz que o carro quebrou e o homem então liga para o reboque e insiste em dar uma olhadinha no motor (quando ele abriu o capô, eu já imaginava que a coisa não ia acabra nada bem). Dentro do motor, uma sequência de luzes o deixa hipnotizado e quando o cara do reboque chega, muito tempo depois, ele percebe que a mulher não está mais lá e que levou seu filho.

O caso foi parar com Olivia e Broyles diz a ela que existem muitos outros casos de pessoas que sumiram e afirmam ter visto a mesma mulher. A maioria dos sequestrados, todos acadêmicos, nerds de todos os tipos, quando são libertados, ficam meio doidos, mas não se lembram de nada do que aconteceu no cativeiro.

Walter está ouvindo a conversa e, do nada, fala sobre as tais luzes piscantes. Broyles logo vai ver se ele tem alguma informação que possa ajudar no caso. Mas Walter não se lembra de nada relevante, só das luzes.

Olivia vai conversar com o pai e a tia do menino e diz que ele não se encaixa no perfil dos outros sequestrados. Então eles explicam que ele, depois de sofrer um acidente, virou um mini nerd, autodidata em piano. O moleque começou a tocar piano no dia em que seu pai o trouxe de volta para casa – e ele ficou meio autista, só tocando a mesma música, sem conseguir terminá-la.

No cativeiro, a tal mulher diz ao menino que tem uma pessoa querendo vê-lo. Ele começa a gritar dizendo que quer ir para casa e ela diz que sua mãe ficará muito triste. Quando ele diz que sua mãe morreu, ela vem com um “tem certeza?”. Tenso.

Walter está no laboratório tentando se lembrar sobre as luzes. E diz que uma vez fez um experimento de mensagem subliminares para uma agência. Mas ele está lá, firme, tentando saber como as luzes afetaram o pai do menino no dia do sequestro. E lá vai Peter servir de cobaia. Muito bom! Adoro como ele sempre se dá mal nas experiências do pai.

Charles liga para Olivia para dizer que a tal mulher que eles procuram supostamente morreu há 10 anos, mas seu corpo nunca foi encontrado. Ela chega no laboratório e Walter, após uma associação “lógica” (pelo menos para ele) se lembra de como sabe das luzes: um colega de cela mencionou para ele. Olivia pergunta se tem como entrar cm contato com ele e Walter diz que depende se ele obteve sucesso ou não em se matar. Ótimo! Conversando com Broyles, Olivia descobre que o tal coleguinha de Walter é criminalmente insano e que guarda segredos de Estado. Além disso, matou a mulher, com quem era casado há 32 anos, após voltar do sequestro.

O menino no cativeiro é levado a um lugar onde há um piano e partituras dispostas em uma certa ordem. E não é que a mãe do moleque aparece? Tenso. Muito tenso.

Analisando a foto em que aparece a esposa do amigo do Walter morta e uma equação enorme e inacabada escrita na parede, Peter percebe algo em comum com a música que o menino toca sem parar. Quando converte a equação em notas musicais, bingo! É a mesma música! A questão agora é: o que isso quer dizer?

O menino ainda está conversando com sua mãe e ela lhe diz que tem que ajudar a tal moça a terminar a música.

Olivia vai falar com o diretor do hospital (participação de William Sadler. Se você viu “Bill & Ted’s Bogus Journey”, vai se lembrar da morte) e ele permite que Walter faça contato com o colega, o que Peter proíbe, pois acha que seu pai não está mentalmente estável para isso. Até que o próprio Walter diz que não gostaria de ir, mas que vai por causa do menino que está em perigo.

Só que seu amiguinho diz não se lembrar de nada, que não sabe do que ele está falando blá blá blá. Walter insiste mais uma vez e o interno se descontrola, fazendo todos os internos se descontrolarem – e o diretor manda sedarem Walter e interná-lo de novo! E aí ele parece começar a alucinar.

O menino ainda tenta terminar a melodia – e a sequestradora fica fazendo pressão para ele terminar logo, mostrando sua mãe “se decompondo” e dizendo que, se ela sumir de novo, será culpa dele.

Finalmente Walter consegue arrancar informações do amigo. Mas não fica satisfeito com o que ele diz, pois acha que o cara não fala coisa com coisa. E começa a pensar que ele pode ser assim, meio doido.

Juntando as poucas pistas que o amigo de Walter deu, Olivia consegue chegar ao cativeiro, mas não é tão fácil assim pegar a sequestradora e salvar o menino.

E a gente descobre o motivo pelo qual ela queria a equação resolvida.

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