Fringe – The Cure (S01E06) – comentários


Uma jovem é jogada para fora de um caminhão no meio da noite e vai parar em um bar. Lá, o atendente serve a ela uma sopinha e chama a polícia. Quando o policial chega, começa a fazer perguntas à moça, que não se lembra do que aconteceu, apenas que lhe deram um remédio vermelho e um azul (qualquer semelhança é mera coincidência – ou não). O “seu guarda” acha estranho e decide levá-la até a delegacia, mas quando ele a algema, ela tem um ataque histérico e os olhos de todos no bar começam a sangrar e a cabeça da moça explode!


Olivia e sua turma vão lá investigar e descobrem que o lugar está “infectado” com altos níveis de radiação. Walter vai dar uma olhada nos corpos e percebe que a moça sofria de Bellini, doença fatal (e fictícia) em que o próprio corpo começa a atacar os órgãos e os músculos, fazendo com que a pessoa vá se destruindo aos poucos. Mas ela, inexplicavelmente estava quase curada. O corpo do policial estava com a temperatura muito elevada (o que ele descobre fincando “sutilmente” um termômetro em sua cabeça), o que indicava que ele foi meio que “cozido”. E Walter nos brinda com o melhor diálogo do episódio:

Olivia:
– Walter, a doença dela.
Se não tem cura…

Walter:
– Esta é a questão. A qual devemos apresentar para quem a estava tratando.
O que nos deixa três perguntas.
A outra sendo: o que exatamente aconteceu aqui?

Peter:
– São apenas duas perguntas.

Walter:
– É mesmo? A terceira pergunta!
Posso tomar essa sopa de cebola? Parece deliciosa.

Eu a-do-ro esse cara!

Bem, eles continuam investigando, perguntando ao médico que a tratava, à família, e descobrem que existe uma outra moça com essa doença, que está desaparecida. Tanto ela quanto a morta estariam se submetendo a um tratamento experimental para Bellini.
Nós acabamos descobrindo que, além do tratamento para Bellini, a moça está recebendo altas doses de radiação, sob encomenda de alguém, o que a transforma em uma “bomba”, pois quando ela fica sob alto estresse, seu corpo libera a radiação e ela explode.
Walter, sabendo disso pelo corpo da moça morta, começa a desenvolver um antídoto.

Ao interrogar o marido da desaparecida, Olivia é levada ao Dr. Nadim Patel, que lhe dá o nome de David Esterbrook, logo antes de se matar.

Olivia vai até Esterbrook em uma convenção (e adivinha quem está lá? Ele mesmo, o novo Wally da TV, o observador – para quem não viu, é só procurá-lo na foto abaixo) e tenta descobrir o que ele está tramando com as moças sequestradas. Ele não gosta nada disso e a avisa para ficar longe dele.

Enfim, Walter consegue o antídoto contra a radiação, Peter negocia com Nina Sharp o lugar onde a experiência está sendo realizada (sem que Olivia saiba) e o FBI vai até lá. Olivia salva a moça e prende Esterbrook.

Olivia descobre que Peter fez negócios com Nina Sharp e vai conversar com ele, para saber o que ela pediu em troca da informação do local das experiências. Ele desconversa e rola um climão entre eles. E aí estão os novos Mulder / Scully.

Ah, sim! Olivia passa o episódio inteiro preocupada e nós ficamos sabendo que ela quase matou a tiros o padrasto que batia na mãe quando tinha 9 anos de idade. O cara, além de não morrer, todo ano a envia um cartão de aniversário para que ela saiba que ele está por perto. Ela não recebe nenhum cartão no escritório esse ano. Mas, quando chega em casa, lá está ele, embaixo da porta…

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